O sentido da vida: muita gente se faz essa pergunta!

Afinal, o que é o sentido da vida? Essa é uma pergunta feita por muita gente. Há quem passe anos ou até a vida inteira procurando-o. Há quem eleja um sentido diferente todos os meses. Há quem o deposite no trabalho, nos filhos, no(a) parceiro(a), nos bens materiais, em vícios ou em qualquer outro foco que preencha aquele “vazio” que temos dentro da gente.

sentido-da-vida-no-gentecomgente

Esse “vazio” pode ser necessidade de atenção, afeto, amor, autoestima, autenticidade, autonomia e tantos outros As, Bs e Cs que precisamos para nos sentir completos. Entretanto, a gente acaba sempre depositando esse sentido de viver em um terceiro (em algo ou alguém) e delega a este (pobre coitado) a responsabilidade de nos fazer feliz.

Não é preciso ir muito longe para observar que a felicidade não chega e que as frustrações se acumulam. E sabem por quê? Por que o sentido da vida não está do lado de fora, mas sim, dentro da gente. Só é possível encontra-lo quando somos capazes de entender a nossa própria lógica interna, quando somos capazes de nos reconhecer enquanto pessoa e compreender o papel que desempenhamos no meio em que vivemos. Ou seja, quando a gente é capaz de encontrar um sentido para nós mesmos.

fraquezas-humanas-no-gentecomgenteEnquanto isso não acontece, a gente tenta ser feliz por tentativa e erro, contamos com o fator sorte para que tudo dê certo e culpamos muita coisa (e muita gente) quando as coisas não saem como gostaríamos. Assim, as chances de ser feliz têm a mesma proporção das chances de ganhar sozinho na loteria.

Conhecer a si mesmo é fundamental! Quando a gente sabe o que quer e o que precisamos é muito mais fácil saber o que e onde procurar, não é mesmo? É fato que, a vida sem sentido não vale à pena. O sentido da vida é aquela energia, aquela motivação, aquela força que faz que a gente tenha a sensação de tudo o que fizemos não foi em vão, apesar dos pesares.

o-vazio-interior-no-gentecomgenteO sentido da vida varia de pessoa para pessoa e a grande verdade é que temos a autonomia de colocarmos onde quisermos. Cada um o deposita onde melhor completa aquele “vazio”, que eu comentei anteriormente, dependendo dos valores pessoais, da história de vida, dos princípios e crenças de cada um.

Se você elegeu o trabalho (e ficou desempregado), os filhos (que cresceram e foram viver sua própria vida), o(a) parceiro(a) (e o relacionamento acabou)… não adianta culpar o outro ou você mesmo pela sua infelicidade. Mude o foco do seu sentido de vida para outra coisa ou outra pessoa. Comece de novo. Reavalie-se. Deixe a culpa de lado. Desvende seu código fonte. Atualize suas passwords. Eleja novos focos. E permita-se ser feliz, ainda que em pequenas doses, todos os dias.

codigo-fonte-da-humanidade-no-gentecomgente

Ser feliz é como investir na bolsa. As ações sobem e descem o tempo todo, mas o mais importante é não investir tudo em um lugar só ou esperar anos para (talvez) ficar fico. Aproveite, todos os dias, o máximo do lucro recebido e aprenda diariamente com as perdas, para tentar reduzi-las ao mínimo.

Se você gostou desse tema, também poderá se interessar por: Realização pessoal – qual é a sua?. Clique sobre o link para saber mais.

Imagens: google imagens

Texto por Fernanda Suguino. Todos os direitos reservados.
Reprodução parcial permitida com citação obrigatória do link de origem.

Anúncios

Autor: Fernanda Suguino

Fascinada por gente que pensa, questiona e desafia a si mesmo. Psicóloga formada pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em Psicopatologia pela NAIPPE/USP.

Você também já passou por isso?

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s