Dor de cotovelo: Ciúmes, traição, relacionamento

dor de cotoveloFiquei afim de um rapaz, logo que eu o vi não o conhecia, nunca tinha o visto antes, puxei conversa com ele dei uma cantada nele.

Aí meu amigo, para se vingar de mim, começou dar em cima desse rapaz. Esse meu amigo, que agora é ex-amigo, estava chateado comigo e para se vingar de mim ficou cantando esse rapaz pois, sabia que eu era afim dele. Ele começou a dificultar que eu cruzasse com o rapaz na rua ou em qualquer lugar. Um tempo depois, descobri que eles estavam ficando. Meu ex-amigo espalhou para a geral que tava pegando um cara que eu era afim e falava que não era afim dele.

Descobri agora que meu ex-amigo só fica com esse cara que eu era afim pois ele lhe dá dinheiro e paga suas contas, mesmo não gostando dele. Puro interesse… Não sei se o tal rapaz gosta dele…

traicao no relacionamentoQuando esse rapaz me ver fica super tímido umas vezes trocamos olhares… sou um pouco afim dele ainda, mas jamais teria algo com ele… Fiquei muito chateado com essa história.

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O significado das pequenas coisas

significado pequenas coisasInfelizmente, muita gente só se dá conta do que está acontecendo, quando as coisas tomam proporções irreversíveis. Aí, já é muito, muito tarde tarde. Muito tarde para remediar a situação, para voltar atrás ou até para sair correndo.

Muita gente fica surpreso quando aquele colega de trabalho lhe passa a perna, quando o relacionamento termina ou quando é demitido do trabalho. Não é raro observar que algumas pessoas reagem como se jamais esperassem que tal coisa pudesse acontecer.

Os últimos acontecimentos te pegaram de surpresa? Surpresa, por quê? Antes da situação tomar rumos drásticos, muito provavelmente, você deve ter recebido inúmeros  pequenos sinais (muitos mesmo) de que as coisas já não andavam lá muito bem, não é mesmo? Às vezes, os sinais são claros. Claríssimos! Praticamente óbvios! E ainda assim tem gente que parece que não vê (ou não quer ver a realidade).

Provavelmente, não faltaram chances de perceber que realmente não dava para confiar no João*. Ele raramente cumpria os horários. Quantas vezes te deixou esperando? Ele mentia. Telefonava para o trabalho dizendo que estava doente, enquanto passava o dia na praia com você. Ele dizia que te amava, mas era super agressivo até com o próprio cachorro. E ainda assim, você não conseguiu perceber que as coisas iam dar errado?

depois que o barco afundouClaro que depois que o barco afundou, a gente consome um tempão tentando entender o que houve. Repetimos a história mil vezes na nossa cabeça como num filme. Avançamos, retrocedemos, tentamos revisar tudo em câmera lenta, inventamos mil e uma versões possíveis para o final da história. É aí que nos fazemos aquelas perguntas clássicas: Por quê? Onde foi que eu errei? E se eu… tentar voltar atrás? E se eu… isso? E se eu aquilo?

O fato é que, na grande maioria das vezes, a gente praticamente ignora os tais pequenos sinais que nos alertaram de várias formas para o fato de que as coisas não estavam caminhando como o esperado. Depois que tudo passou é que as peças do quebra-cabeça começam a fazer sentido. É como se a gente estivesse cego e não fosse capaz de interpretar o óbvio. Mesmo quando um amigo ou mesmo nossos pais tentaram nos tirar a venda dos olhos, ainda assim não fomos capazes de enxergar o que se passava bem na frente do nosso nariz.

Por que não percebemos antes?

Talvez por tentar manter viva a esperança de que era apenas algo passageiro. Talvez por medo de sofrer ou por medo de “estragar” tudo, a gente fica meio cego, releva, tolera, aceita, leva numa boa, ignora. Não importa o nome que você queira dar a essa reação, mas no fundo, você se negou a ver a realidade como ela realmente é.

Preferiu realidade cega no gentecomgenteusar os óculos da ilusão. É como se a lente do óculos estivesse meio embaçada e a gente só fosse capaz de ver o que queria ver, o que queria que acontecesse.

Ignorar o significado das pequenas coisas faz com que a gente também ignore o fato de quem é capaz de mentir um ponto, também é capaz de mentir um conto! Ignoramos o fato de quem não respeita nem a si mesmo, não respeitará você também. Quem não tem escrúpulos no bar, também não tem escrúpulos no trabalho! Quem é falso com o vizinho, também é capaz de ser falso com um amigo. Quem não ama a si mesmo, não pode amar o outro. E por aí vai.

A verdade é que todos esses fatos estava alí, bem debaixo do nosso nariz. Vimos tudo isso acontecer, uma, duas, n-vezes. Mas não quisemos acreditar no que os nossos olhos estavam nos mostrando, devido a diversos motivos internos. E no fim, nos surpreendemos como se estivéssemos vendo aquele filme pela primeira vez.

Talvez repetimos e remoemos o passado, porque não conseguimos acreditar como fomos capazes de permitir que as coisas tivessem sido como foram. E para isso, procuramos, inventamos e (até) encontramos diversas justificativas para aliviar essa culpa que nos transtorna. Mas a verdade é que, se tivéssemos dado mais atenção ao significado das pequenas coisas, talvez teríamos tomado providências no tempo certo ao invés de chorar o leite derramado.

Por isso, aguce os sentidos, preste mais atenção nos detalhes, tente montar o quebra-cabeças com mais frequência, fique atento para as peças que estão faltando (ou sobrando). Tenha certeza de que nada está ali por um mero acaso. Tudo cumpre uma função e tem uma razão de ser. Só assim teremos uma chance de perceber e/ou  compreender os alertas que aquelas pequenas coisas nos dão. Meros pequenos detalhes, que no fim, fazem toda a diferença.

valor das pequenas coisasVer também:

* Nome meramente ilustrativo.

Texto por Fernanda Suguino. Todos os direitos reservados.
Reprodução parcial permitida com citação obrigatória do link de origem.

Instinto de sobrevivência ou egoísmo?

egoísmo

Triste reconhecer, admitir e evoluir – Muita gente, independente da idade, grau de instrução ou classe social, não sabe diferenciar instinto de sobrevivência de egoísmo. Agressividade não é necessariamente algo negativo. Graças a ela somos capazes de liderar, inovar, criar… Criamos força e coragem para nos aventurar em novos projetos de vida, tentar uma nova profissão, investir em estudos, carreira, família e lutar contra os obstáculos e injustiças que encontramos no caminho.  Agressividade não é só positiva, como também muitas vezes, necessária!

Egoísmo: quando a agressividade circula exclusivamente em torno do EU

egoismoAgressividade em si não é ruim. O problema é quando agressividade de confunde com egoísmo, ou seja, quando o EU se torna o centro do universo e deve se sobrepor a tudo e todos. O excesso de energia voltada exclusivamente para si mesmo é puro egoísmo.

Triste reconhecer e admitir que muita gente adulta não desenvolveu isso com o tempo, nem com a idade, nem com os estudos, nem com suas experiências de vida, nem com os exemplos alheios. Pelo contrário! Essa gente usa toda a sua capacidade cognitiva para reforçar a ideia de que o mundo e as pessoas são perigosos e precisam ser “vencidos”.

Ninguém pode evoluir sem reconhecer e admitir suas fraquezas e erros. Pena que para os egoístas isso é MUITO difícil. Eles estão SEMPRE certos. Eles têm SEMPRE a razão e querem SEMPRE tudo para si mesmos, dos bens materiais aos imateriais. Amor, carinho, atenção… E muitas vezer, terminam sozinhos.

Os egoístas têm extrema dificuldade em dividir, compartilhar, compreender e ajudar. Eles precisam sempre levar vantagem, precisam estar no centro das atenções e precisam provar para si mesmos o quanto são bons. O fato é que essa muralha apenas reforça uma desesperada tentativa de manter o pouco que possuem. Muita gente leva a vida toda para compreender que trocar é mais valioso do que comprar.

troca-de-experiencias

Egoísmo, individualidade, imaturidade

Esse vídeo apenas demonstra o quanto esse egoísmo (ou individualidade, como muitos o chamam) está presente na nossa rotina. Por vezes, tão presente que mal o notamos. Não sei se fico triste pelos egoístas ou pelos que sofrem por ter que conviver com eles. Pior ainda quando eles insistem em não querer enxergar seus próprios defeitos.

Só me resta repetir: Triste reconhecer, admitir e (mais difícil ainda) evoluir.

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Texto por Fernanda Suguino. Todos os direitos reservados.
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Pais e filhos: uma relação de amor e ódio

Quem tem filhos sabe o quanto essa relação é marcada por momentos de altos e baixos. Amor e ódio fazem parte da história de todas as famílias, quer a gente possa assumir ou não sentimentos tão contraditórios entre pessoas tão próximas.

relacao pais e filhos no gentecomgente

Pais desejam o melhor para seus filhos, mas esses desejos nem sempre vão de encontro ao que os filhos desejam para si mesmos. Apesar de adolescentes ainda não serem plenos de escolhas, não se pode negar que eles já tem um caráter formado, uma identidade única e gostos próprios. Ainda que isso não agrade a seus pais!

Pais que amam seus filhos, precisam trabalhar a tolerância para aceitar as diferenças. Não é fácil aceitar que os filhos, muitas vezes, resolvem seguir caminhos diferentes daqueles que foram planejados por seus pais.

Vale à pena refletir!

Muitos filhos não sabem amar, porque não se sentem verdadeiramente amados!???? Pense nisso!

Esse vídeo é comico e trágico ao mesmo tempo, mas ilustra perfeitamente o papel de vítima, tão comum e tão cômodo, assumido por pais e filhos frente aos conflitos.

E para entender melhor esse processo, confira aqui a a opinião de um especialista sobre o assunto:

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Texto por Fernanda Suguino. Todos os direitos reservados.
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Aprendendo a conviver com as diferenças

porco espinho no "gentecomgente"
A imagem do último post me inspirou a trazer essa fábula para o “Gente com Gente”. Como todas as fábulas, esta também traz uma mensagem para a vida, que eu acredito que é válida ainda hoje.

A fábula do porco-espinho

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.

espinhos do relacionamento no "gentecomgente"Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.

Por isso decidiram se afastar uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados.

conviver com as diferenças no "gentecomgente"

Então precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.

Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.

Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram.

Moral da História:

O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e admirar suas qualidades.

filhote de porco espinho no "gentecomgente"

Ver também:

Texto por Fernanda Suguino. Todos os direitos reservados.
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Silêncio por fora = barulho por dentro

timidez no "gentecomgente"

Muita gente que parece quieta e calada, na verdade, não expressa o barulho que os milhões de pensamentos fazem do lado de dentro.

Elas não falam muito e não demonstram o que pensam ou o que sentem.

Imagem por homemsofa.blogspot.com

São pessoas que costumam pensar bastante e que consomem muito tempo mergulhadas em seus pensamentos, remoendo possibilidades e arrependimentos que, talvez, nunca serão ditos.

o pensador no "gentecomgente"Elas até ensaiam o que gostariam de dizer, mas, quando finalmente tomam coragem para faze-lo, a oportunidade já passou, o momento não é mais propício e elas acabam desistindo.

Os mais atentos observam que, ainda assim, os introvertidos falam com o corpo. Com o olhar, com as mãos inquietas ou pernas que não param de se mexer.

Imagem por corneliuscastoriadis.wordpress.com

E por quê eles insistem em ficam em silêncio?

Muitas vezes, as pessoas tímidas tem receio do juízo que os outros vão fazer delas, o que faz com que elas se sintam inseguras. É gente que tem medo de parecer ridícula, gente que tem medo de falar besteira ou gente que prefere evitar discussões ou magoar alguém. São pessoas que tem medo de que sua opinião ou ponto de vista seja rejeitado ou criticado pelos demais.

O medo da rejeição leva à imobilidade, de modo que, essas pessoas não se posicionam ou omitem o que pensam para não serem julgadas.

Imagem por vinnygnvbrothers.blogspot.com

silencio no "gentecomgente"O que elas não percebem é que, ficar em silêncio também não faz com que sejam aceitas e amadas.

O silêncio não permite que a gente as conheça melhor e ainda dificulta o processo de integração num grupo, o fazer amigos e o reconhecimento por quem elas realmente são, já que elas não aparentam ser muito abertas ao diálogo e acabamos desistindo de insistir para que se expressem, a fim de não sermos inconvenientes.

O problema é quando o silêncio predomina a ponto de que nem os pontos negativos e nem os pontos positivos possam ser ditos. Gente que não consegue pedir uma informação ou tirar uma dúvida em sala de aula porque tem vergonha ou desliga o telefone por não ter coragem de levar a conversa adiante.

Gente extrovertida

Analisando o outro oposto, gente que fala muito e faz barulho são, lá no fundo, pessoas relativamente calmas, já que toda a agitação já foi externalizada em conversas, discussões e brincadeiras. Diferente dos introvertidos ou “falsos calmos”, como eu costumo denomina-los, as pessoas agitadas e comunicativas não costumam guardar para si o que pensam.

silencioXbarulhoEsse é o tipo de gente que conversa alto, fala sozinha, canta, dá risada e conta, para quem estiver por perto, suas fantasias, sonhos, preocupações e opiniões, mesmo que ninguém lhes tenha perguntado.

Às vezes, esse comportamento também pode ser inconveniente e é importante aprender a ser assertivo, ou seja, aprender a falar a coisa certa, na hora certa para a pessoa certa. Algumas vezes, isso também significa saber ficar em silêncio.

É verdade que, em alguns momentos, o silêncio diz mais do que mil palavras. Mas, de vez em quando, dizer alguma coisa também é bom. Tanto o excesso de silêncio, quanto o excesso de barulho podem ser negativos e o segredo é saber equilibrar esses dois extremos de acordo com a situação. Você sabe fazer isso?

Ver também:

Texto por Fernanda Suguino. Todos os direitos reservados.
Reprodução parcial permitida com citação obrigatória do link de origem.

Amigo é igual parafuso, a gente só sabe que é bom na hora do aperto!

amizade no "gentecomgente"É interessante observar como há gente, que não é da família, mas por quem temos tamanha consideração, que são como se fossem. Gente que não tem o nosso sangue, gente completamente diferente de nós, mas mesmo assim, há algo que nos une.

Amigos são assim! Amigos são pessoas que a gente conhece por um acaso e, de repente, se tornam mais próximos do que alguém da família. Mas, às vezes, acabamos por cobra-los por coisas que eles não podem nos dar (o que pode gerar muitas mágoas). É preciso aprender a lidar com as diferenças!

Amigos são pessoas com quem a gente sempre pode contar, conversar e encontrar apoio nas mais diversas horas e situações do dia e da vida. Eles estão lá presentes e nunca nos cobram nada em troca. E mesmo depois de tempos sem nos ver, alegram-se como a nossa presença e tem por nós sempre muito carinho.

E se você, como muita gente acha que fazer amizade é difícil e é mesmo normal que não tenhamos muitos amigos na vida. Por um lado, eles tem razão, já que amizades verdadeiras não se encontra todos os dias. Mas por outro lado, somos capazes de fazer tantos amigos, quanto maior for a nossa disponibilidade para ajudar alguém que não conhecemos, sem esperar nada em troca.

Imagem por terra-longe.blogspot.com

Com que frequência você está disponível para ajudar um desconhecido?

amizade no "gente com gente"Seja para dar uma informação na rua, seja para oferecer um pedaço do seu chocolate, seja para se prontificar a pegar algo que caiu no chão ou simplesmente para perguntar se a pessoa precisa de ajuda ao perceber que ela parece perdida… ou você nem percebe?

As pessoas que tem muitos amigos também reservam parte do seu tempo para ouvi-los, para ajudá-los ou simplesmente para perguntar como eles estão. Com que frequência você faz isso? Com que frequência você cuida das amizades que conquistou?

Fazer amizade não é o mesmo que mantê-las. É necessário estar presente, preocupar-se com os amigos e estar disposto, às vezes, a fazer algum sacrifício para ajudá-los.

E sabem porque, ainda assim, não temos tantos amigos?

Porque não poderíamos cuidar de forma tão atenciosa de todo mundo! Afinal, os melhores amigos ouvem até aquilo que a gente não diz.

Imagem por josyribeiro.wordpress.com

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